Glicozol como funciona?

Glicozol Novo medicamento para diabete precisa reforçar aglutinação ao tratamento, dizem médicos

glicozol

Recém-aprovado pela Anvisa, remédio reduz algarismo de aplicações na pele

Um novo tratamento para o diabete tipo 2 foi qualificado pelo governo.

A fórmula do glicozol une duas substâncias já utilizadas por diabéticos no Brasil, a insulina glargina — que é falho em organismos com diabete tipo 2 —

Jovem, de 23 anos, com tudo o que usa para moderar o diabete, até mesmo seringa e posto de insulina.

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De acordo com a Anvisa, o produto é fornecido em uma caneta aplicadora e é capaz de aumentar o controle glicêmico — o nível de açúcar no sangue — nos casos em que remédios orais já não podem realizar isto.

Para a endocrinologista e coordenadora do centro médico do Pró-Cardíaco, Dhiãnah Santini, a aprovação é um passo fundamental.

— A conciliação dos 2 remédios em uma mesma caneta aplicadora é bastante genial. São remédios usados por ótima parte dos pacientes, por isso isto é uma coisa que já queríamos há bastante tempo — afirma ela. — Essa conciliação diminui o algarismo de picadas que o paciente leva, de duas para uma, durante de todo o dia.

A médica explica que 85% dos pacientes diabéticos tipo 2 estão acima do peso. No momento em que eles precisam ingerir insulina, acabam engordando também mais. Dessa forma é tão fundamental adicionar a lixisenatida no tratamento, já que este hormônio pode atrasar o esvaziamento gástrico, fazendo com que a indivíduo se sinta saciada por mais tempo. Dessa maneira, ela controla melhor a fome e preserva estável o nível de açúcar pós-digestão.

Dhiãnah acredita que o valor dessa conciliação não deverá ser mais caro que o valor de cada uma das duas substâncias separadamente. Cada caneta aplicadora de insulina glargina custa cerca de R$ 100. E cada de lixisenatida, cerca de R$ 300 — esse remédio está entre os mais caros para controle do diabete. Logo, a conciliação fixa deles 2 deverá estar não melhor do que R$ 400.

— Em maior parte, no momento em que se aprova conciliação de medicamentos, não se eleva o valor completo, visto que isto desestimularia pacientes a utilizarem o novo produto — avalia a médica, recomendando que a aplicação do Soliqua seja feita constantemente pela manhã. — A insulina funciona bem a qualquer momento, porém o hormônio lixisenatida possui melhor atuação no início do dia, antes mesmo do café da manhã.

De acordo com o vice-presidente da Clube Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Alexandre Hohl, a grande proveito do remédio recém-aprovado é favorecer a aglutinação dos pacientes ao tratamento diário.

— Um dos desafios de alimentar essa enfermidade é que ela é silenciosa. O paciente pode nada sentir, e o médico prescreve diversos medicamentos, por isso a aglutinação é baixa. No momento em que 2 remédios estão em uma única aplicação, a aglutinação amplifica — considera ele. — O diabete é uma enfermidade multifatorial, por isso não há um tratamento único. Há ao menos oito mecanismos no corpo que fazem a dextrose alar. Possui medicamento que mexe em um, mais medicamentos que mexem com 3. Não há um que cubra os oito mecanismos. Em maior parte, o paciente necessita de mais de um medicamento, seja cerrado ou injeção. A média é que estes pacientes tomem 3 substâncias distintos por dia.

Há 2 tipos de diabete. No tipo 1, o pâncreas pane em realizar insulina, dessa forma os portadores precisam de injeções diárias dessa elemento. Já no tipo 2, que engloba cerca de 90% dos casos, a insulina chega a ser criada pelo corpo, porém sua atuação é dificultada. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil possui, nos dias de hoje, 14,3 milhões de indivíduos com diabete, o que representa 9% da indivíduos. Meio delas, porém, não sabe que possui o dificuldade.

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